Item: 024-BR

 

Nível de Ameaça:           

          

Nome Atribuído: Big Will

 

Classe: Seguro

 

Procedimentos especiais de contenção: SCP-024-BR deve ser mantido em um Armário de Contenção Grande. Funcionários Classe-D devem ser designados para alimenta-lo periodicamente, sempre atendendo ao memorando escrito pelo Dr. Magno que implica em regras e adendos para melhor contenção.

 

Descrição: SCP-024-BR é um ser humanoide possuindo somente um tipo de cordão umbilical no lugar das pernas. Mede 7 m de altura e possui peso equivalente a 50 t. Flutua e mantem a parte de cima do corpo escondida até que o cordão seja tocado. Quando o cordão é tocado 024-BR enrola o cordão na vítima e a levanta ficando cara a cara e sorrindo por longos períodos de tempo, após isso 024-BR devora o que tocou em seu cordão.

 

Quando o cordão não é tocado por mais de 24 h SCP-024-BR passa a se agitar e destruir tudo ao seu redor, sua velocidade máxima registrada foi de ███ Km por hora e o maior feito de força foi derrubar com somente uma mão dois prédios em ██████, Rio de Janeiro. Após cerca de 24 h de destruição e alvoroço 024-BR se acalma e se esconde novamente para que seu cordão seja encontrado e tocado. Quando em estado de agitação SCP-024-BR ignora formas de vida, tendo somente objetos inanimados como objetivo.

 

SCP-024-BR foi trazido ao controle da Fundação pelo Agente Dabo, um Agente da Terceira Geração que protegia o Sítio 19, quando este foi atacado pela Ordem V. Os superiores relataram uma luta extensiva do Agente contra 024-BR que era controlado pela Ordem V com um aparelho auditivo, mas após sua derrota o item foi danificado e assim 024-BR foi liberto do controle e passou a destruir objetos inanimados, Dabo então focou em afastar a Ordem V e somente depois capturou SCP-024-BR.

 

Seu comportamento se mantem, porem dentro de sua contenção 024-BR somente ataca a porta, não sendo capaz de abri-la uma vez que as portas dos Armários de Contenção Grande podem resistir até mesmo a ataques █████████. Após se acalmar 024-BR é capaz de sentir a comida deixada pelos Classe-D, mas só se alimenta de 3 em 3 dias, comendo tudo o que tem no ambiente, mesmo que os alimentos estejam podres. Testes com sons indicaram que 024-BR tem audição privilegiada e certos tons lhe causam medo, tais tons eram utilizados pela Ordem V para controlar 024-BR. Análises feitas em seus tecidos e cabelo não obtiveram resultado algum, como se não existisse esse tipo de matéria.

 

Memorando:

 

Somente os Classe-D que nunca tiverem sidos expostos ao sobrenatural podem entrar em contato com SCP-024-BR. Qualquer um que já tenha entrado em contato com o sobrenatural corre perigo ao estar perto de 024-BR, a criatura anômala vê tais pessoas como hostis e apesar de normalmente ignorar seres vivos, quando estes possuem o mínimo de exposição ao sobrenatural são atacadas e devoradas rapidamente.

 

Quando escolhido, o Classe-D deve passar por treinamento rígido em atenção, pois, uma vez dentro do Armário de Contenção seu objetivo é apenas deixar a comida na área demarcada e sair, mas ele vera um cordão pendurado em uma grande pedra, se não for treinado o Classe-D olhara para o cordão e se sentira atraído a toca-lo, ativando assim 024-BR.

 

Após sair do Armário de Contenção o Classe-D deve passar por um processo de descontaminação, uma vez que após ██ anos contido SCP-024-BR passou a emitir um tipo de radiação incomum em pequenas quantidades. Essa radiação desconhecida é capaz de alterar seres humanos a nível biológico, transformando assim o humano que não for descontaminado em um ser que busca somente devorar o sobrenatural.

 

Todos os dias 30 Kg de comida orgânica devem ser levadas e deixadas na marcação após as portas, se menos que isso for deixado, 024-BR ira estender sua fúria no próximo ataque, passando de 32h e isso mais sua força máxima resultaria em danos mínimos as portas.

 

Recomendo que SCP-24-BR não seja exposto a outros SCPs, uma vez que todos possuem propriedades sobrenaturais e isso resultaria em confrontos desnecessários.

 

Atenciosamente, Dr. Magno.