A Segunda Guerra Mundial, que durou de 1939 a 1945, foi o conflito mais sangrento e mortífero da história da humanidade e nesse período surgiram muitas lendas urbanas e fatos misteriosos relacionados a esse sombrio período.
O Relatório dos Mortos
Após uma missão de
bombardeio contra defesas alemãs três pilotos dos aviões bombardeiros Douglas
DB-7 Boston, voltaram para a base com o terror impresso em suas faces. O
oficial que os recebeu, mandou que eles fizessem logo seu relatório e depois os
dispensou para que fossem tomar uma cerveja.
Minutos depois, o
oficial recebeu a notícia de que os três pilotos haviam morrido em missão, mas
quando foi verificar não os encontrou mais, porém os relatórios estavam lá,
prontos. Esse caso deixou provas físicas da manifestação dessas três almas, que
mesmo depois de mortos redigiram o relatório que continha a forma como morreram
em missão. O caso permanece um mistério apesar das pessoas acreditarem ser
somente mais uma história.
Almas do Pacífico Sul
Todas as batalhas
da Segunda Guerra Mundial travadas no Pacífico Sul foram sangrentas e
impiedosas e talvez para alguns o pesadelo ainda não tenha terminado. No fim
dos anos 50, um repórter da BBC de Londres noticiou que havia uma casa em Kuala
Sengalor, na Malásia, antes ocupada por oficiais japoneses, onde ainda se ouvia
o ecoar de botas militares pesadas. Outras fontes informaram que pescadores da
ilha filipina de Corregidor, ferozmente disputada, continuavam a ver batalhas
espectrais durante anos após o término da Guerra.
Os Eternos Soldados do Canhão Antiaéreo
Na primavera de
1944, o porto de Hollandia foi o palco de uma grande invasão aliada. A ilha
ocupada pelos japoneses era um trampolim para as Filipinas e foi atacada pelas
forças do General Douglas MacArthur. Pegos de surpresa e vencidos, os soldados
japoneses fugiram para o leste e os aliados entraram na ilha. Os moradores
disseram que alguns dos japoneses ficaram, pelo menos em espírito.
Em 1956, a Reuters
noticiou que os moradores de Hollandia tinham pedido que fosse feito um
exorcismo num canhão antiaéreo abandonado na praia. Diariamente, à meia noite,
segundo eles, alguns fantasmas de soldados japoneses esqueléticos com capacetes
enferrujados apareciam para manejar o velho canhão, e ficavam de vigília à
espera de um ataque. E isso se repetia todas as noites!
Normandia Negra
Segundo o relato
de um oficial da marinha que não quis se identificar, no ano de 2000 o navio em
que trabalhava estava em Le Havre, na França. Então, por volta das 23:45 dessa
noite, ele foi até a ponte trocar de turno com o companheiro. Essa troca de
turno é conhecida como troca de túmulo, graveyard shift na marinha.
Havia previsão de
ventos fortes para aquela noite, e devia-se esperar que o navio batesse em
alguma carcaça da Segunda Guerra Mundial, já que existem muitas espalhadas
naquele ponto. O mestre disse a ele que ficasse de vigia, pois falava um inglês
fluente e seria a melhor pessoa para se comunicar com o porto e ouvir
informações de lá, se fosse necessário.
Então começou o
turno dele e a madrugada foi passando, ele afirma que dormiu, e começou a ter
um sonho vívido, segundo descreveu, assim como era estranha sua lembrança
nítida ao acordar. Em seu sonho ele viu um pelotão de cinco ou seis homens
vestidos em uniformes americanos da Segunda Guerra. Era uma tarde um pouco nebulosa, e estava
tudo muito tranquilo. Não havia sinal de conflito em nenhum lugar. Era apenas
uma estrada enlameada com árvores altas, em uma pacífica zona rural com este
pequeno grupo de soldados marchando.
Eles estavam
marchando de forma relaxada, tranquila. Um deles era um oficial, esse detalhe
ficou claro por causa da faixa branca na parte frontal do capacete. Eram todos
jovens, nenhum tinha mais de 25 anos. Todos estavam armados com exceção do
oficial.
Os soldados tinham
expressões graves e sombrias. Pareciam ter os olhos fixos em algo à frente, na
estrada. Pareciam não ver a testemunha e estavam marchando em sua direção. O
pelotão chegou cada vez mais perto e parou. Então o oficial disse: "
Normandia Negra."
Então o cenário
mudou, e ele viu algo que parecia ser uma base americana, e ele sabia que
estava em algum lugar da França. Ele viu cerca de 150 soldados, divididos em
três colunas, totalmente alertas. E eles gritavam: " Glória! Glória!
Glória! "
Após esse estranho
sonho, a testemunha pensou que nada se encaixava. Primeiro, ele não era um
nativo de língua inglesa. Como ele poderia ter sonhado em inglês? Segundo, ele
nunca se lembrava de seus sonhos. A testemunha está convencida de que teve uma
visão fantasmagórica do passado, quando os americanos invadiram a Normandia.
O Holandês Voador
Existem várias
versões para a origem desse famoso navio fantasma. A mais popular é baseada num
registro datado de 1680, sobre um navio real que saiu de Amsterdã e foi
atingido por uma tormenta no Cabo da Boa Esperança. O capitão blasfemou contra
Deus e por isso foi condenado a vagar pelos mares até o dia do Juízo Final,
atraindo outros navios para a destruição. Segundo as testemunhas que avistaram
o Holandês Voador, os marujos e o capitão têm corpo de homem e cabeças de
peixe, o navio veleja contra o vento e possui uma velocidade fora do comum, não
dando chance para que as outras embarcações escapem. Além disso, avistá-lo
sempre é sinal de má sorte.
Durante a Segunda Guerra, o contra- almirante nazista Karl Donitz, comandante general da Alcatéia de Submarinos, informou a Hitler que uma de suas tripulações havia se rebelado, e não iriam participar de uma batalha de corso em Suez, local alvo nazista, pois tinham avistado o navio fantasma amaldiçoado, o Holandês Voador, e isso era um mal sinal, pois em mar que o Holandês Voador navega a destruição cai sobre todos. O que foi acatado com muita naturalidade, tanto pelo Almirante Donitz como por Adolf, que se interessava por ocultismo, e dizem que depois disso ele mandou uma equipe para caçar o tal navio fantasma.
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