Assinado: ZAO



A Bíblia descreve o Céu como um lugar real. A palavra céu é mencionada 276 vezes no Novo Testamento. As Escrituras se referem a três céus. O Apóstolo Paulo foi arrebatado até ao terceiro céu, mas foi proibido de revelar o que lá presenciou.


Se existe um terceiro céu, então também existe dois outros céus. O primeiro é geralmente chamado no Velho Testamento de firmamento, o qual aparece como um arco que cobre toda a terra. Esse é o céu que contém nuvens, a área onde os pássaros voam. O segundo céu é o espaço interestelar, o qual é a residência de seres angélicos e objetos celestiais.

O terceiro céu, cuja localidade não é revelada, é a residência de Deus. O plano de Deus é de encher o céu com os seguidores de Jesus. Não é de estranhar que a palavra céu é usada com o mesmo sentido que vida eterna. Céu também é o destino dos santos do Velho Testamento que morreram confiando na promessa de Deus.

O Apóstolo João foi muito privilegiado em ver e relatar sobre a cidade celestial. João viu que o céu possui a “glória de Deus”. Essa é a glória do Shekinah (A presença de Deus). A cidade é cheia do brilho de pedras preciosas e jaspes claros como os cristais. O céu tem 12 portas e 12 fundamentos. O paraíso do Jardim do Éden é restaurado: o rio da água da vida corre livremente e a árvore da vida está disponível novamente, dando fruto mensalmente com folhas que são para “a cura dos povos”. Por mais eloquente que João tenha sido em sua descrição do céu, a realidade do céu vai muito além do que um homem finito pode descrever. No entanto, podemos saber que o céu é mais real do que essa terra que um dia passará.

O Céu é um lugar de “não mais”. No Céu, não terá mais lágrimas, não mais dores e não mais sofrimento. Não haverá mais separação porque a morte vai ser conquistada. A melhor coisa sobre o Céu é a presença do nosso Senhor e Salvador. Estaremos face a face com o Cordeiro de Deus que tanto nos amou e se sacrificou.